Apartamento e estacionamento: quais são os problemas mais comuns?


Viver em grandes prédios pode não ser tão fácil como se imagina. Há muitas pessoas morando em um mesmo lugar, e por isso é preciso lidar diariamente com gente que pensa de forma diferente de você, com modos de vida e rotinas diversas.


Dentre os problemas mais comuns dentro de um prédio estão as vagas de garagem — que quando não estão em primeiro lugar na lista de reclamações, vão ao menos para o pódio! É o morador que quer sair, mas seu carro está preso pelo carro do vizinho, são as vigas e colunas que deixam o espaço apertado, ou então pequenos acidentes e colisões que ocorrem dentro do estacionamento e que motivam brigas ferrenhas entre vizinhos.


Alguns problemas são mais comuns e é possível evitá-los ou pelo menos amenizá-los um pouco se você seguir algumas dicas. Acompanhe:


O que fazer se as vagas são apertadas e sem acesso livre?

Antes de comprar ou alugar seu apartamento, avalie se o local respeita as indicações mínimas de obras e circulação. Para ter uma noção, o Código de Obras e Edificações da cidade de São Paulo prevê que 50% das vagas em prédios residenciais podem ter área de 2 m x 4,2 m (destinadas a carros menores), 45% devem ter 2,1 m X 4,7 m (para veículos medianos) e 5% devem atender os carros de porte maior, com dimensões de 2,5 m X 5,5 m.


A equivalente legislação feita para a cidade do Rio de Janeiro prediz uma proporção mínima para acesso direto à circulação. Nas garagens com capacidade para até 16 vagas (ou que tenham vagas de pelo menos 25 m2), por exemplo, pode-se admitir até 2/3 do número de vagas sem acesso direto à circulação; nas que acolhem até 32 vagas, no máximo metade (1/2) das vagas podem deixar de ter circulação livre. Nos pavimentos de garagem que comportem mais de 33 vagas, todas devem ter acesso direto à saída.


Por isso, as condições do local devem estar bem determinadas no contrato de aquisição do imóvel, e cada dono de automóvel precisa estar ciente da vaga que tem — e agir de acordo.


O que fazer se seu carro é grande demais para sua vaga ou sua vaga for mal localizada?

É preciso ter noção do espaço que é destinado a você dentro da garagem e ter um carro que possua dimensões compatíveis com a área. Na grande maioria das vezes, as vagas de garagem significam unidades autônomas dentro de uma área comum, que têm escritura e registros próprios. Nesse caso, você pode levar seu caso à próxima reunião de condomínio, a fim de chegar a uma solução com os vizinhos.


Se as vagas forem fixas, nada impede de tentar negociar com um vizinho a troca por uma vaga maior; se as vagas forem indeterminadas, pode-se sugerir um rodízio periódico, para que a disposição das vagas seja mais justa.


E se algum vizinho parar o carro na sua vaga?

Não é incomum ter no prédio um vizinho mais espaçoso — ou que simplesmente não acerta a mão na hora de estacionar. Se ele parou o veículo na sua vaga ou dificultou sua parada porque parte de seu automóvel estava sobre sua área, tente resolver tudo de forma conciliatória e sem confusões. Pode-se deixar um bilhete no para-brisas, informando-o sobre a questão, ou tocar a campainha da pessoa e conversar (com tranquilidade) sobre o assunto.


Outra forma de melhorar tal situação e até mesmo impedir que aconteçam sinistros e batidas é a contratação de manobristas para estacionar e retirar os carros das vagas quando os moradores forem sair.


Fonte:

http://www.imovelrapido.com.br/blog/apartamento-e-estacionamento


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